Vontade é coisa que dá e (não) passa

Em tempos de incontáveis perfis de comida no Instagram,  abrir o aplicativo é criar um buraco eterno no estômago, uma insaciedade que mais parece um distúrbio alimentar por tudo que postam por ali. E foi assim que, no último fim de semana, me vi sonhando, salivando, babando por um entrecôte. Não podia ser qualquer bife com batata frita,… Continuar lendo Vontade é coisa que dá e (não) passa

O ano começa em pizza

Vou poupá-los (das mesóclises e) das clássicas frases de ano novo e das infames retrospectivas, seguindo logo pro que interessa: locais novos para conhecer em 2017. Buscando um lugar para jantar e comemorar 6 meses de casados, mas já resignados com mais do mesmo, Marido e eu passamos por uma dessas esquinas de Botofago, que são como… Continuar lendo O ano começa em pizza

All the spice we cannot see

Existem certas discussões que, além de intermináveis, me parecem sem propósito: time de futebol, preferência por vinho tinto ou branco, rúcula ou agrião… Gosto é gosto e isso fica claro quando discuto um restaurante com um Amigo; discordamos constantemente. Quando um dia Ele me indicou um novo restaurante italiano em Copacabana, Simon Boccanegra, resolvi ir até lá… Continuar lendo All the spice we cannot see

Arrondissement

Achar um lugarzinho para morar no Rio de Janeiro é tarefa quase hercúlea: se por um lado algumas ruas – e até bairros inteiros – praticam preços proibitivos, por outro lado, algumas ruas – e até bairros inteiros – são menos encantadores. Além de conseguir um cafofo que não tenha infiltrações e superar alguns estereótipos, a… Continuar lendo Arrondissement

Zen e a arte de cozinhar

Acho que nunca fui dessas pessoas que chamamos de mão de vaca; pelo contrário, não me incomodo em pagar um pouco mais pelo que considero uma boa comida. Mas, já que o dinheiro parece cada vez acabar mais longe do fim do mês, estou me adaptando psicologicamente a fazer compras no Guanabara e comer em casa… Continuar lendo Zen e a arte de cozinhar

Mulheres brasileiras (não) engordam

Há pouco tempo fiquei sabendo que minha avó materna teve doze irmãos/ irmãs; foram, ao todo, treze filhos, em uma época quando nem todos tinham a sorte de passar pra próxima fase no jogo da vida. Graças à ciência, as crianças passaram a viver mais e minha família diminuiu vertiginosamente o número de filhos/filhas por geração;… Continuar lendo Mulheres brasileiras (não) engordam

When it hasn’t been your day

Sempre escuto de quem não é do Rio que é muito difícil fazer amigos aqui; cariocas são simpáticos, mas sem compromisso, dizem “vamos marcar” e fica por isso mesmo. Conclusão: fazer amigos na escola é fácil; ninguém sabe direito quem é e, depois que você se apega acaba relevando que a preferência musical do seu amigo… Continuar lendo When it hasn’t been your day