Clube dos Oito

Minha mãe tem uma única irmã, mais velha, e é uma injustiça dizer que ela é (só) minha tia. Ela é muito mais: mãe, avó, prima, irmã, desenvolta, independente, super-heroína da minha infância. Então, quando chegou o aniversário dela esse ano, fiz questão de mudar toda minha programação de fim de semana em São Paulo para… Continuar lendo Clube dos Oito

Melhor Ator Coadjuvante….

Estava batendo papo com um amigo sobre a boa de sexta à noite, quando fui pega de surpresa pela notícia de que ele iria a uma “hamburgada”. Superado o estranhamento inicial da palavra, fiquei encantada com o conceito e sempre me pergunto porque os cariocas não adotaram ainda essa tradição. Para compensar, comecei minha própria saga em busca de hambúrgueres… Continuar lendo Melhor Ator Coadjuvante….

Les Amoureux

A preferência no quesito comida lá em casa sempre foi bem básica, super “feijão com arroz”, literalmente. Por isso, só lá pros 18 anos descobri algumas maravilhas da culinária e me apeguei tanto que hoje não vivo mais sem certos pratos. É o caso do steak tartare. Tenho um caso de amor com ele; desde que nos conhecemos,… Continuar lendo Les Amoureux

A Liberdade sem sushi

Você se forma, arruma um emprego (se estiver com sorte), e aí percebe que precisa se destacar. Como acho que já passei da fase de pintar o cabelo de cores alternativas e que um piercing em qualquer lugar do meu rosto é algo muito radical,  decidi fazer um curso de pós-graduação em São Paulo; afinal, ponte… Continuar lendo A Liberdade sem sushi

Doce nosso de cada dia

Quem é filho de pais separados conhece o drama natalino: com quem passar? Mãe? Pai? Ou um sprint dos 100m pra ver todo mundo na mesma noite? Na minha família, desenvolvemos, meus pais e eu, um arranjo tradicional: passo a noite do dia 24 com minha mãe, almoço no dia 25 com meu pai – simplicidade… Continuar lendo Doce nosso de cada dia

Um cantinho em Ipanema

Durante anos morei no Leblon e, então, quando mudamos para Ipanema, me senti órfã. Órfã do Cinema Leblon, da costureira ali do lado de casa, do moço da Cobal que ligava na véspera para levar verduras e, principalmente, órfã do Talho Capixaba. (Não vou nem discorrer sobre o Talho, uma preciosidade ali em plena Ataulfo de… Continuar lendo Um cantinho em Ipanema

A arte de não pagar a conta

Outro dia fomos a Búzios – no feriado de zumbi, o único desse segundo semestre, e por isso mesmo tudo parecia mais saboroso. No meio da bagunça de amigos, cervejas e churrasco pós-praia, resolvemos que queríamos conhecer um restaurante de Búzios e acabamos indo ao Satyricon (único que ainda aceitava reservas àquela altura, e mesmo… Continuar lendo A arte de não pagar a conta